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Voz do Brasil entrevista Diretor do DSIC

Trabalho do GSI em busca do fortalecimento da Segurança da Informação no País

Entrevista realizada no dia 13 de março de 2017 sobre o trabalho do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI/PR) para diminuir a insegurança de quem usa a internet para acessar os serviços públicos, em especial a recente instituição de Grupo de Trabalho Interministerial para elaborar proposta de Política Nacional de Segurança da Informação.

Confira o áudio e a transcrição da matéria divulgada na “Voz do Brasil” nessa segunda-feira (13/03), sobre o trabalho do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI/PR) para diminuir a insegurança de quem usa a internet para acessar os serviços públicos, em especial a recente instituição de Grupo de Trabalho Interministerial para elaborar proposta de Política Nacional de Segurança da Informação.

 

Transcrição da entrevista

Gabriela: Consultar documentos, agendar visitas, acompanhar o andamento de processos, quem nunca precisou da internet para ter acesso a algum serviço, não é mesmo, Airton?

Airton: É verdade, hoje a internet presta um grande serviço, mas você que está nos ouvindo, fale a verdade, você tem ou não tem receio quando precisa colocar dados pessoais em páginas da internet?

 

Gabriela: Pois é, o governo está trabalhando para diminuir a sensação de insegurança e tranquilizar aqueles que usam serviços públicos pelo computador. Quem traz os detalhes é a repórter Natália Coslique.

 

Repórter Natália Coslique: A mesma internet que revolucionou a vida dos brasileiros e trouxe facilidades antes inimagináveis, ainda deixa muita gente com o pé atrás. Na hora de acessar serviços pela web que pedem dados pessoais o desconforto é certo. Depois que o marido teve problemas com segurança eletrônica, Simone dos Santos Bezerra, conta que prefere não usar a rede.

 

Entrevistada - Simone dos Santos Bezerra: Não acho muito confiável, não, porque existe muito hacker, né? Já aconteceu com o meu esposo, né? Clonar o cartão dele. Foi o maior transtorno, ter que ir em banco, delegacia. Tudo o que eu puder evitar em internet, eu evito para não ter dor de cabeça depois.

 

Repórter Natália Coslique: Já o servidor Luiz Carlos Martins, de 58 anos, prefere assumir o risco e recorre à internet com frequência.

 

Servidor - Luiz Carlos Martins: Para fazer imposto de renda, solicitar qualquer tipo de documento que haja necessidade de acessar os sites governamentais, mas a gente tem medo, essa é a realidade.

 

Repórter Natália Coslique: E mesmo quem diz não ter medo acaba se precavendo de alguma forma, é a caso de servidora Patrícia Mergulhão.

 

Servidora - Patrícia Mergulhão: Não vejo problema nenhum. Pesquisar, por exemplo, carro, débito, eu faço.

 

Repórter Natália Coslique: O governo está trabalhando para diminuir a insegurança de quem usa a internet para acessar os serviços públicos. Por meio do Gabinete Segurança Institucional da Presidência da República foi instituído neste ano um grupo de trabalho que pretende consolidar a política nacional de segurança da informação. A ideia é inaugurar um modelo organizado das atividades de segurança. Quem explica é o coronel Arthur Sabbat, diretor do Departamento de Segurança da Informação e Comunicações.

 

Diretor do Departamento de Segurança da Informação e Comunicações - Arthur Sabbat: O governo brasileiro, aos moldes dos governos dos países desenvolvidos, está num processo grande e correto de migração da oferta dos seus serviços públicos para plataformas web. Então, à medida que nós aprimoramos a segurança da informação e dentro dela a segurança cibernética, nos órgãos públicos, nos órgãos de governo e nas instituições das infraestruturas críticas, naturalmente o cidadão poderá, com certeza, se sentir muito mais seguro quando utilizar esses recursos.

 

Repórter Natália Coslique: O plano também vai contribuir para o crescimento das atividades de pesquisa e inovação tecnológica e fortalecer o desenvolvimento econômico e social do Brasil. O prazo para o envio da proposta é de 90 dias e depois segue para consulta pública. Reportagem, Natália Coslique.